A Anali nasceu operando.
Nenhum cargo do nosso quadro veio de brainstorm. O Zeca nasceu de um mercadinho real, o Beto de 14 conversas de um operador de vending em Cuiabá, a Duda de uma agência de viagens de verdade. A gente constrói funcionário do jeito que se constrói confiança: um problema visto de perto por vez.
Dois sócios, duas obsessões.
André
Vinte anos vendendo em ciclo complexo: contas globais, estratégia comercial, pricing e relacionamento com grandes empresas. Cansou de ver pequeno negócio morrer não por falta de talento, mas por excesso de tarefa e falta de desenho.
Na Anali, cuida do diagnóstico, da metodologia e de cada cargo novo que entra no quadro. É dele a regra de que todo funcionário precisa ter limite escrito antes de ter salário.
Osnan
É quem transforma a ficha de um cargo em um funcionário de verdade: o motor que atende no WhatsApp, presta contas e não inventa. Construção, sistemas e a disciplina de colocar cada onda no ar com critério de aceite.
Na Anali, é o guardião da operação: se um funcionário promete responder em um minuto, é ele quem garante que o relógio está certo.
Duas coisas a gente não faz. Nunca.
Não viemos trocar o que você já usa: nossos funcionários trabalham do lado, não por cima. E nunca falamos com o seu cliente pelas suas costas. Diante dele, a marca é sempre a sua.
A gente vende funcionário. Não quer o seu cliente, não quer o seu dado e não quer o seu lugar.
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